Bom, 2008 chegou. Desejo a todos que consigam mantê-lo bom ou, caso não, pelo menos razoável. Ele chega cheio de promessas e, por nosso lado, expectativas. Fazendo um balanço geral, 2007 parece ter sido um bom ano para os brasileiros. Minhas, são poucas as reclamações. Economicamente, não foi mal; Culturalmente, razoável, um tanto por minha culpa; Politicamente, um tanto quanto aterrorizante. Ou melhor, angustiante. Mas consegui atravessá-lo sem me arranhar muito. Agora é só olhar pra frente e esperar que os peixes venham sem muitos espinhos.
O que espero de 2008:
- Que os preços dos carros usados baixem (eu quero um pra mim, sem a draga que é a tecnologia “Flex”);
- Que os preços dos combustíveis fiquem estáveis;
- Que o nossos políticos acordem para a grandiosidade que pode ter o futuro de nosso país e priorizem projetos que apresse isto;
- Que a secretaria de educação arranje meios mais eficientes de melhorar as estatísticas de aprovações, em que a prioridade seja a verdade. Não aprendeu, reprova! Eu quero que o meu país seja melhor;
- Que venham mais melhorias na carreira profissional;
- E que não hajam guerras na América do Sul.
Ops, ia esqueçendo: que eu consiga construir minha chopper!